Quando o gel condutor é realmente necessário
Em exames de imagem e procedimentos que dependem de sensores na pele, o gel condutor evita a presença de bolhas de ar entre o equipamento e a pele. Sem ele, é comum aparecerem falhas na imagem ou ruídos na leitura.
Por isso ele é tão presente em salas de ultrassom, fisioterapia e exames cardiológicos. É um item simples, mas que faz grande diferença na qualidade do exame.
Cuidados com a quantidade aplicada
Usar a quantidade certa de gel é importante: pouco gel pode prejudicar o contato; excesso traz incômodo desnecessário para o paciente e aumenta o trabalho de limpeza ao final.
Como regra prática, é melhor começar com uma quantidade moderada e complementar se o profissional perceber que ainda há falhas no contato do transdutor ou dos eletrodos.
Dicas de limpeza após o procedimento
Ao final do exame, o ideal é remover o gel com papel toalha macio ou pano limpo, sem fricção exagerada, principalmente em peles sensíveis.
Se ainda ficar algum resíduo, um pouco de água e sabão neutro costuma ser suficiente para deixar a pele confortável novamente.